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Cidades

Semana Centro Vivo 2026 reúne patrimônio, arqueologia, direitos humanos, cidade e moradia no Centro de Vitória

14/08/2026 Por Mile4 Leitura de 11 min
14/08/2026

O Centro de Vitória será palco, de 16 a 22 de agosto, de uma ampla programação voltada à reflexão sobre patrimônio, arqueologia, direitos humanos, planejamento urbano e direito à moradia. A Semana Centro Vivo 2026 – Patrimônios Culturais, Direitos Humanos, Cidade e Moradia Digna reunirá pesquisadores, arquitetos e urbanistas, poder público, universidades, instituições, movimentos sociais e moradores em uma agenda de conhecimento, diálogo e construção coletiva sobre a cidade.

Realizada pela AMACENTRO – Associação de Moradores do Centro de Vitória e pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/ES), em parceria com instituições públicas, universidades, entidades profissionais, organizações sociais e movimentos populares, a Semana parte de uma pergunta central: como cuidar do Centro que temos e, ao mesmo tempo, construir o Centro que queremos?

A programação começa com uma caminhada pelo patrimônio histórico e se amplia, ao longo da semana, para temas como economia do patrimônio, arqueologia urbana, paisagem, infraestrutura, população em situação de rua, Plano Diretor Municipal e habitação.

PROGRAMAÇÃO

16 de agosto | Domingo

Caminhada Centro Vivo – Patrimônio em Movimento

A Semana começa às 9h, com concentração na Casa Porto das Artes, para a segunda edição da Caminhada Centro Vivo – Patrimônio em Movimento. Com participação da professora, arquiteta e urbanista Viviane Pimentel, o percurso seguirá pela Avenida Jerônimo Monteiro em direção ao Parque Moscoso, propondo um olhar sobre a história, a arquitetura, os usos, as moradias e as transformações do Centro de Vitória. A caminhada será também um convite para perceber como as mudanças da cidade estão registradas em seus edifícios, ruas e espaços públicos.

17 de agosto | Segunda-feira

Patrimônio que gera futuro

No Dia Nacional do Patrimônio Histórico, a programação discutirá como a preservação pode estar associada à geração de trabalho, renda e novas oportunidades. O encontro “Patrimônio que Gera Futuro – Economia do Patrimônio, Formação Profissional e Desenvolvimento Sustentável” abordará as relações entre preservação, formação profissional, economia, trabalho e desenvolvimento sustentável. A proposta é ampliar a visão sobre o patrimônio histórico, mostrando que preservar também significa criar possibilidades para a cidade e seus moradores.

 

Arqueologia urbana: o que existe sob nossas ruas?

Outro destaque será a discussão sobre o trabalho arqueológico realizado durante as obras da Rua Sete de Setembro. A atividade buscará explicar como funciona uma pesquisa arqueológica durante uma intervenção urbana, por que determinadas etapas de uma obra podem precisar ser interrompidas ou adaptadas e o que eventuais achados podem revelar sobre diferentes períodos da história e da ocupação de Vitória.

Paisagem urbana: fios, cabos e patrimônio

A Semana também colocará em debate um dos elementos mais visíveis da paisagem do Centro: a infraestrutura aérea de redes e cabos. Fios e equipamentos sem utilização, ordenamento das redes e possibilidades e desafios do enterramento da infraestrutura estarão entre os temas discutidos. A questão central será como modernizar a cidade sem comprometer a valorização de sua paisagem histórica.

 

19 de agosto | Quarta-feira

Direitos Humanos e população em situação de rua

No Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, a programação volta seu olhar para as condições de vida de quem utiliza o espaço público como lugar de moradia e sobrevivência. A discussão abordará questões como acesso à água, banheiros, higiene, sombra, descanso, acessibilidade, trabalho, serviços públicos e moradia, além das diferentes trajetórias das pessoas em situação de rua e das políticas públicas voltadas à autonomia e à reconstrução de projetos de vida.

O objetivo é discutir uma cidade que seja capaz de garantir dignidade e direitos básicos a todos.

 

Plano Diretor Municipal: quem decide o futuro da cidade?

Outro eixo da programação será o Plano Diretor Municipal (PDM), instrumento fundamental para orientar o crescimento e a ocupação das cidades.

A discussão pretende explicar como o PDM é construído, qual o papel das Prefeituras e Câmaras Municipais e, principalmente, como a população pode participar das decisões que definem o futuro do território onde vive.

 

20 a 22 de agosto | Quarta a sexta-feira

Habitar com Plenitude – Semana da Habitação 2026

Entre os dias 20 e 22 de agosto, a programação será dedicada ao debate sobre habitação, com a realização do Habitar com Plenitude – Semana da Habitação 2026. A agenda discutirá temas como direito à moradia, função social da propriedade, imóveis ociosos, políticas habitacionais e os 25 anos do Estatuto da Cidade. A programação também dará visibilidade às lutas dos movimentos populares e às conquistas recentes relacionadas à moradia no Centro de Vitória, mostrando como mobilização social, políticas públicas e articulação institucional podem gerar resultados concretos.

 

Moradia e qualidade urbana

A discussão vai além da construção de novas unidades habitacionais. A proposta é refletir sobre a infraestrutura necessária para que mais pessoas possam viver no Centro com qualidade de vida. Mobilidade, saneamento, saúde, educação, lazer, arborização, espaços públicos, comércio e serviços também fazem parte desse debate.

 

Habitar com plenitude significa, portanto, pensar a moradia junto com a cidade.

21 de agosto | Sexta-feira

Ato cultural pelo direito à moradia

No Dia Nacional da Habitação, a Semana promove, às 19h, na Praça Oito de Setembro, um ato cultural em celebração ao direito à moradia, à cultura, à ocupação do Centro e às conquistas construídas nos últimos anos. Será um momento de encontro e celebração, aproximando a agenda de debates da população e da vida cotidiana do Centro.

 

22 de agosto | Sábado

Encontro Solidário – Chá de Casa Nova

A programação termina com uma ação que aproxima o debate sobre políticas habitacionais da realidade das famílias. O Encontro Solidário – Chá de Casa Nova promoverá a entrega de utensílios domésticos às famílias da Ocupação Chico Prego que conquistaram acesso ao aluguel social. A iniciativa representa um gesto concreto de solidariedade e reforça que discutir moradia significa também olhar para as condições necessárias para que as famílias possam reconstruir suas vidas com dignidade.

 

E o que vem depois?

Ao final da Semana Centro Vivo, uma nova questão permanece: quais serão os próximos passos para o Centro de Vitória? Entre os temas que ficam para o debate está o futuro do prédio do antigo Colégio São Vicente de Paulo. Qual será sua destinação? Poderá esse patrimônio ganhar nova função social e contribuir para responder às necessidades do Centro e de sua população? A pergunta resume o espírito da Semana Centro Vivo 2026: olhar para o patrimônio não apenas como memória, mas como parte de um projeto de futuro para a cidade.

 

Serviço:

As atividades da Semana Centro Vivo 2026 são abertas à sociedade. A inscrição é importante para a organização e o acompanhamento da programação.

O link de inscrição, a programação detalhada, os locais, horários, convidados e eventuais atualizações podem ser acompanhados pelas redes sociais:

AMACENTRO: @amacentro.centro
IAB/ES: @iab.es

INFORMAÇÕES E ENTREVISTAS

Walace Bonicenha – Presidente da AMACENTRO - (27) 99913-0166

Nayara Gava – Arquiteta e Urbanista | Presidente do IAB/ES - (27) 99311-3761

Ivan Rocha – Arquiteto e Urbanista | Coordenação da Semana Centro Vivo 2026
(27) 98167-6776

O Centro de Vitória será palco, de 16 a 22 de agosto, de uma ampla programação voltada à reflexão sobre patrimônio, arqueologia, direitos humanos, planejamento urbano e direito à moradia. A Semana Centro Vivo 2026 – Patrimônios Culturais, Direitos Humanos, Cidade e Moradia Digna reunirá pesquisadores, arquitetos e urbanistas, poder público, universidades, instituições, movimentos sociais e moradores em uma agenda de conhecimento, diálogo e construção coletiva sobre a cidade.

 

Realizada pela AMACENTRO – Associação de Moradores do Centro de Vitória e pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/ES), em parceria com instituições públicas, universidades, entidades profissionais, organizações sociais e movimentos populares, a Semana parte de uma pergunta central: como cuidar do Centro que temos e, ao mesmo tempo, construir o Centro que queremos?

 

A programação começa com uma caminhada pelo patrimônio histórico e se amplia, ao longo da semana, para temas como economia do patrimônio, arqueologia urbana, paisagem, infraestrutura, população em situação de rua, Plano Diretor Municipal e habitação.

 

PROGRAMAÇÃO

16 de agosto | Domingo

Caminhada Centro Vivo – Patrimônio em Movimento

A Semana começa às 9h, com concentração na Casa Porto das Artes, para a segunda edição da Caminhada Centro Vivo – Patrimônio em Movimento. Com participação da professora, arquiteta e urbanista Viviane Pimentel, o percurso seguirá pela Avenida Jerônimo Monteiro em direção ao Parque Moscoso, propondo um olhar sobre a história, a arquitetura, os usos, as moradias e as transformações do Centro de Vitória. A caminhada será também um convite para perceber como as mudanças da cidade estão registradas em seus edifícios, ruas e espaços públicos.

 

17 de agosto | Segunda-feira

Patrimônio que gera futuro

No Dia Nacional do Patrimônio Histórico, a programação discutirá como a preservação pode estar associada à geração de trabalho, renda e novas oportunidades. O encontro “Patrimônio que Gera Futuro – Economia do Patrimônio, Formação Profissional e Desenvolvimento Sustentável” abordará as relações entre preservação, formação profissional, economia, trabalho e desenvolvimento sustentável. A proposta é ampliar a visão sobre o patrimônio histórico, mostrando que preservar também significa criar possibilidades para a cidade e seus moradores.

 

Arqueologia urbana: o que existe sob nossas ruas?

Outro destaque será a discussão sobre o trabalho arqueológico realizado durante as obras da Rua Sete de Setembro. A atividade buscará explicar como funciona uma pesquisa arqueológica durante uma intervenção urbana, por que determinadas etapas de uma obra podem precisar ser interrompidas ou adaptadas e o que eventuais achados podem revelar sobre diferentes períodos da história e da ocupação de Vitória.

 

Paisagem urbana: fios, cabos e patrimônio

A Semana também colocará em debate um dos elementos mais visíveis da paisagem do Centro: a infraestrutura aérea de redes e cabos. Fios e equipamentos sem utilização, ordenamento das redes e possibilidades e desafios do enterramento da infraestrutura estarão entre os temas discutidos. A questão central será como modernizar a cidade sem comprometer a valorização de sua paisagem histórica.

 

19 de agosto | Quarta-feira

Direitos Humanos e população em situação de rua

No Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, a programação volta seu olhar para as condições de vida de quem utiliza o espaço público como lugar de moradia e sobrevivência. A discussão abordará questões como acesso à água, banheiros, higiene, sombra, descanso, acessibilidade, trabalho, serviços públicos e moradia, além das diferentes trajetórias das pessoas em situação de rua e das políticas públicas voltadas à autonomia e à reconstrução de projetos de vida.

O objetivo é discutir uma cidade que seja capaz de garantir dignidade e direitos básicos a todos.

 

Plano Diretor Municipal: quem decide o futuro da cidade?

Outro eixo da programação será o Plano Diretor Municipal (PDM), instrumento fundamental para orientar o crescimento e a ocupação das cidades.

A discussão pretende explicar como o PDM é construído, qual o papel das Prefeituras e Câmaras Municipais e, principalmente, como a população pode participar das decisões que definem o futuro do território onde vive.

 

20 a 22 de agosto | Quarta a sexta-feira

Habitar com Plenitude – Semana da Habitação 2026

Entre os dias 20 e 22 de agosto, a programação será dedicada ao debate sobre habitação, com a realização do Habitar com Plenitude – Semana da Habitação 2026. A agenda discutirá temas como direito à moradia, função social da propriedade, imóveis ociosos, políticas habitacionais e os 25 anos do Estatuto da Cidade. A programação também dará visibilidade às lutas dos movimentos populares e às conquistas recentes relacionadas à moradia no Centro de Vitória, mostrando como mobilização social, políticas públicas e articulação institucional podem gerar resultados concretos.

 

Moradia e qualidade urbana

A discussão vai além da construção de novas unidades habitacionais. A proposta é refletir sobre a infraestrutura necessária para que mais pessoas possam viver no Centro com qualidade de vida. Mobilidade, saneamento, saúde, educação, lazer, arborização, espaços públicos, comércio e serviços também fazem parte desse debate.

 

Habitar com plenitude significa, portanto, pensar a moradia junto com a cidade.

21 de agosto | Sexta-feira

Ato cultural pelo direito à moradia

No Dia Nacional da Habitação, a Semana promove, às 19h, na Praça Oito de Setembro, um ato cultural em celebração ao direito à moradia, à cultura, à ocupação do Centro e às conquistas construídas nos últimos anos. Será um momento de encontro e celebração, aproximando a agenda de debates da população e da vida cotidiana do Centro.

 

22 de agosto | Sábado

Encontro Solidário – Chá de Casa Nova

A programação termina com uma ação que aproxima o debate sobre políticas habitacionais da realidade das famílias. O Encontro Solidário – Chá de Casa Nova promoverá a entrega de utensílios domésticos às famílias da Ocupação Chico Prego que conquistaram acesso ao aluguel social. A iniciativa representa um gesto concreto de solidariedade e reforça que discutir moradia significa também olhar para as condições necessárias para que as famílias possam reconstruir suas vidas com dignidade.

 

E o que vem depois?

Ao final da Semana Centro Vivo, uma nova questão permanece: quais serão os próximos passos para o Centro de Vitória? Entre os temas que ficam para o debate está o futuro do prédio do antigo Colégio São Vicente de Paulo. Qual será sua destinação? Poderá esse patrimônio ganhar nova função social e contribuir para responder às necessidades do Centro e de sua população? A pergunta resume o espírito da Semana Centro Vivo 2026: olhar para o patrimônio não apenas como memória, mas como parte de um projeto de futuro para a cidade.

 

Serviço:

As atividades da Semana Centro Vivo 2026 são abertas à sociedade. A inscrição é importante para a organização e o acompanhamento da programação.

O link de inscrição, a programação detalhada, os locais, horários, convidados e eventuais atualizações podem ser acompanhados pelas redes sociais:

AMACENTRO: @amacentro.centro
IAB/ES: @iab.es

INFORMAÇÕES E ENTREVISTAS

Walace Bonicenha – Presidente da AMACENTRO - (27) 99913-0166

Nayara Gava – Arquiteta e Urbanista | Presidente do IAB/ES - (27) 99311-3761

Ivan Rocha – Arquiteto e Urbanista | Coordenação da Semana Centro Vivo 2026
(27) 98167-6776

 

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