O exagero de cirurgias pode estar relacionado à uma condição psicológica que se caracteriza pela preocupação, sem controle, com a aparência
Até onde vai os limites da cirurgia? Recentemente, a cantora Rosana, 68 anos, conhecida pela música “Amor e Poder”, participou de um programa de TV e foi muito criticada nas mídias sociais pela quantidade de cirurgias plásticas que realizou na face e no corpo. Muitos internautas apostam que ela fez uma harmonização facial, mas outros dizem que ela parecia o Ken humano.
Já a cantora Anitta, 29 anos, também ama mexer no corpo. Ela revelou à revista norte-americana Allure, que começou a fazer plásticas aos 20 anos e dentre as modificações que fez estão reduções nos seios, rinoplastia e remodelagem do queixo. A “Girl from Rio” disse que para ela “fazer [uma cirurgia plástica] é como mudar o cabelo”.
Por conta dessas mudanças exacerbadas, muitas pessoas apontam que a causa pode estar relacionada ao transtorno dismórfico corporal (TDC), uma condição psicológica que se caracteriza pela preocupação, sem controle, com a aparência.
De acordo com um estudo realizado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), entre os portadores da doença, 8% da possui algum membro da família que também recebeu o diagnóstico do transtorno em alguma fase da vida.
O cirurgião plástico Ariosto Santos destaca que é muito importante ter em mente que o resultado obtido por uma amiga ou por uma celebridade não necessariamente será o mesmo que o da paciente.
“Antes de mais nada, a paciente precisa saber que um procedimento cirúrgico envolve diversos fatores, que vão desde a idade e o histórico clínico dela à qualidade da pele. Além disso, é o profissional que vai realizar a cirurgia precisa esclarecer todas as dúvidas e conversar sobre as expectativas a respeito do resultado final”, informou Ariosto.
Por conta dessas mudanças exacerbadas, muitas pessoas apontam que a causa pode estar relacionada ao transtorno dismórfico corporal (TDC), uma condição psicológica que se caracteriza pela preocupação, sem controle, com a aparência.
De acordo com um estudo realizado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), entre os portadores da doença, 8% da possui algum membro da família que também recebeu o diagnóstico do transtorno em alguma fase da vida.
O cirurgião plástico Ariosto Santos destaca que é muito importante ter em mente que o resultado obtido por uma amiga ou por uma celebridade não necessariamente será o mesmo que o da paciente.
“Antes de mais nada, a paciente precisa saber que um procedimento cirúrgico envolve diversos fatores, que vão desde a idade e o histórico clínico dela à qualidade da pele. Além disso, é o profissional que vai realizar a cirurgia precisa esclarecer todas as dúvidas e conversar sobre as expectativas a respeito do resultado final”, informou Ariosto.
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