Após o carnaval, é notável o crescimento do consumo de peixe e mariscos devido ao período conhecido como Quaresma, que se refere aos 40 dias em que Cristo jejuou no deserto, e antecedem um dos eventos mais importantes da Igreja Católica: a Páscoa, que significa a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Mas, as propriedades nutricionais dos pescados fazem deles uma ótima alternativa de proteína para uma alimentação saudável durante o ano inteiro.
De acordo com a nutricionista Fernanda Pignaton, os frutos do mar cozidos ou grelhados têm poucas calorias, se comparados a carne vermelha. “Se feitos desta forma, os pescados têm cerca de 100 calorias a cada 100 gramas. Já a mesma quantidade de carne conta com as mesmas calorias em 50 gramas. A preferência para o consumo pode ser dada aos peixes de água fria, como salmão, atum, sardinha e arenque, que são ricos em ômega 3 e, também, aos frutos do mar, como camarão e lula, fontes de zinco”, indica.
Segundo a especialista, os peixes são considerados importantes fontes de ferro, proteína, vitamina B12, cálcio, fósforo, iodo e cobalto. “Um acréscimo importante nesta lista é o fato destes alimentos serem fonte de ômega 3 e 6, consideradas gorduras que fazem bem ao organismo. Elas atuam nos processos inflamatórios, coagulação do sangue e tem efeito favorável na redução dos triglicerídeos, além de ajudar a prevenir doenças cardiovasculares e neurológicas. Por todos esses benefícios, é recomendado o consumo de peixe pelo menos duas vezes na semana”, recomenda.
A forma de preparo também vai influenciar no valor nutricional do prato. “O mais indicado é dar preferência às preparações assadas, grelhadas ou ensopadas. A fritura de imersão modifica a formação química do ômega 3 e o peixe ou fruto do mar deixa de ser tão saudável”, orienta. No caso dos crustáceos, eles devem ser comprados congelados ou ainda vivos para evitar o risco de contaminação.
Segundo a especialista, os peixes são considerados importantes fontes de ferro, proteína, vitamina B12, cálcio, fósforo, iodo e cobalto. “Um acréscimo importante nesta lista é o fato destes alimentos serem fonte de ômega 3 e 6, consideradas gorduras que fazem bem ao organismo. Elas atuam nos processos inflamatórios, coagulação do sangue e tem efeito favorável na redução dos triglicerídeos, além de ajudar a prevenir doenças cardiovasculares e neurológicas. Por todos esses benefícios, é recomendado o consumo de peixe pelo menos duas vezes na semana”, recomenda.
A forma de preparo também vai influenciar no valor nutricional do prato. “O mais indicado é dar preferência às preparações assadas, grelhadas ou ensopadas. A fritura de imersão modifica a formação química do ômega 3 e o peixe ou fruto do mar deixa de ser tão saudável”, orienta. No caso dos crustáceos, eles devem ser comprados congelados ou ainda vivos para evitar o risco de contaminação.
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