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IA como aliada da beleza

16/01/2026 • Por Criar Comunicacao • Leitura de 2 min
16/01/2026
A Inteligência Artificial (IA) já deixou de ser tendência futura para se tornar realidade nos consultórios impactando diretamente a forma como diagnósticos são feitos e tratamentos estéticos são planejados. A tecnologia tem sido uma aliada importante para oferecer avaliações mais precisas da pele, protocolos personalizados e resultados cada vez mais naturais e seguros. Segundo a médica Renata Melo - que tem mais de 24 anos de atuação na área -  a IA representa um avanço significativo ao apoiar o olhar clínico do especialista. “A inteligência artificial não substitui o médico, mas amplia nossa capacidade de análise. Ela consegue identificar detalhes que muitas vezes não são perceptíveis a olho nu, como alterações de textura na pele, manchas iniciais e sinais precoces de envelhecimento, além de fios opacos e quebradiços, no caso dos cabelos”, explica. Com o uso de sistemas inteligentes de análise de imagem, é possível mapear características como poros, rugas, linhas finas, nível de oleosidade e uniformidade da pele, além de acompanhar a evolução dos tratamentos com maior precisão. “A tecnologia nos ajuda a sair do achismo e trabalhar com dados. Isso traz mais segurança tanto para o médico quanto para o paciente”, destaca Renata. Entre as tecnologias ela cita os lasers, os aparelhos Ultraformer, o Mesoject Gun e a  videotricoscopia digital (análise de imagens avançadas) que auxiliam nos tratamentos. “Toda essa inteligência artificial nos ajuda na definição de protocolos sob medida, respeitando a individualidade de cada paciente. “Hoje não faz mais sentido falar em tratamentos padronizados. Cada pessoa tem  uma rotina e um processo de envelhecimento diferente. A IA contribui para que o plano de tratamento seja realmente personalizado”, afirma. A tecnologia também tem papel fundamental na prevenção do envelhecimento precoce. “Conseguimos agir antes do dano aparecer de forma evidente. Isso muda completamente a lógica da estética, que passa a ser mais preventiva do que corretiva”, ressalta. Renata completa afirmando que a tecnologia deve estar a serviço da saúde e do bem-estar. “Quando usada com critério, ela ajuda a indicar apenas o que realmente é necessário, respeitando os limites e a naturalidade de cada paciente”, pontua.  
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