E aí, o que você acha? Existe a hora certa? Aquela que se você perder, já não alcança os mesmo resultados? Ou todo tempo é tempo de se cuidar? Quando o assunto é o rejuvenescimento íntimo surgem muitas curiosidades e dúvidas.
A nossa pele, de maneira geral começa a perder colágeno a partir dos 30 anos. Então a partir dessa idade não só o nosso rosto passa a precisar de tratamentos preventivos para a retardar o envelhecimento, mas a nossa pele como um todo, inclusive na região íntima, isso partindo do pressuposto de que a melhor maneira de envelhecer bem é se adiantar, se prevenir.
De acordo com a médica ginecologista, sexóloga e profissional da estética íntima, Lorena Baldotto, quando fazemos tratamentos preventivos, repomos o colágeno, trabalhamos a musculatura, preenchemos com os ácidos preenchedores aos primeiros sinais do envelhecimento, nós estamos retardando esse processo de envelhecimento e melhorando o aspecto da pele a fim de ganhar não só melhora física mas também funcional.
“Hoje existem alguns tratamentos para prevenir o envelhecimento íntimo. São várias as técnicas que podem ser utilizadas como o laser vaginal e vulvar; a radiofrequência vaginal e vulvar; as terapias de reposição hormonal; cirurgias como a ninfoplastia; peeling para clareamento íntimo; preenchimento de grandes lábios; fisioterapia pélvica e exercícios de pompoarismo, cada qual indicado conforme a sua necessidade sendo importante fazer uma avaliação para planejamento do melhor tratamento possível”, disse ela.
Geralmente o tratamento começa pelo que a pessoa se sente mais incomodada, isso é uma coisa muito séria. “Quando vocês sentam na cadeira e olham o espelhinho muitas angústias podem aparecer, e minha função não é indicar somente o que a pessoa deve ou não fazer e sim mostrar possibilidades, acolher a dor e entender o que mais incomoda, para assim desenhar a melhor estratégia de tratamento”, disse Lorena.
A médica mencionou os tratamentos que considera mais eficazes. Os laser para rejuvenescimento e preenchimento pra hidratar e dar estrutura e a cirurgia, para corrigir diferenças de tamanho e os excesso de pele nos pequenos lábios e capuz do clitóris. Alguns casos a recomendação é cirúrgica.
A cirurgia é relativamente simples, realizada com sedação local, a paciente fica o tempo todo acordada e a sensibilidade na vagina e clitóris são completamente preservadas.
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