A black friday, dia de promoções tradicional nos Estados Unidos, tornou-se popular também no comércio brasileiro. Neste artigo, a mestre em Comunicação e diretora-executiva da Ágora Marketing Digital e Performance, Rafaela Andrade, analisa esse cenário e orienta os empresários a como aproveitarem a aceleração das vendas online. Boa leitura!
Estamos presenciando uma acelerada mudança de hábitos, de nossos comportamentos e da forma que consumimos. A pergunta é: como será o futuro da sua marca? O consumo online que já era uma tendência, com a pandemia acelerou exponencialmente. Para sobreviver pós-pandemia não tem jeito, é preciso investir em presença digital. Para quem ainda não começou essa jornada, ainda há tempo. Um bom diagnóstico e planejamento ajudarão a encontrar as melhores soluções digitais para o seu negócio. Afinal, as pessoas, apesar de mais cuidadosas, estão consumindo cada vez mais online e na Black Friday não será diferente.
Atividades do dia-a-dia, antes presenciais, agora estão online como aniversários, terapia, missas, museus, denúncias, exercício, escola, e até os shows dos artistas preferidos. Algumas dessas atividades voltarão ao presencial, certamente. Mas com o tempo alguns hábitos estarão enraizados, como comprar pela web: é fácil, é rápido e cada vez mais seguro. Portanto, a melhor coisa a fazer é aproveitar a tecnologia como a sua principal aliada das vendas neste momento.
As empresas devem ficar atentas às mudanças no comportamento do consumidor que impactarão os hábitos de compra durante o período de black friday: Primeiro que quem não compravam pela Web, está se adaptando o em um “consumidor digital” e quer conveniência na forma de entrega, entrega rápida e bons preços. O isolamento social impulsionou o conceito Do it yourself (faça você mesmo); ofereça ao seu cliente o prazer de customizar os produtos. Além disso, marcas conscientes e locais ganharam a prioridade; as querem comprar nas proximidades, saber a origem da mercadoria, procurar itens mais saudáveis, enfim comprar o que realmente gosta de marcas conscientes. Outro ponto de atenção é estar atento às necessidades dos consumidores e garantir uma boa experiência de compra: 55% dos consumidores valorizam marcas que ajudam de fato e 58% admiram empresas que fornecem um serviço necessário, segundo pesquisa da Intelligence Central.Por fim, é preciso entender que o consumidor está correndo de contato físico e, por isso, prioriza links de pagamento, carteiras digitais, via smartphone ou outros dispositivos mobile. Enfim, a COVID-19 e o distanciamento social despertaram um potencial de compra, que antes crescia devagar e agora acelerou. Com a aproximação da Black Friday, o ambiente online este ano será certamente o mais propício para vender e gerar novos negócios.
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