O número de casos prováveis de chikungunya no Brasil mais que dobrou no início deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério da Saúde.
Até 20 de fevereiro foram registrados 35.569 casos prováveis, um aumento de 110%. Os estados de Minas Gerais e Espírito Santo apresentaram os maiores percentuais de aumento.
De acordo com o especialista em dor crônica, André Felix, a chikungunya é uma entidade complexa e ainda pouco compreendida, e cerca de 40% dos pacientes evoluem com dor crônica que pode persistir por meses ou até mesmo anos após a infecção inicial comprometendo significativamente a qualidade de vida.
O tratamento para a dor crônica, pode incluir terapia medicamentosa, interdisciplinar e bloqueio simpático venoso, que pode ser uma opção para a dessensibilização, explica o médico.
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