As usinas hidrelétricas ainda ocupam o primeiro lugar, mas a geração por energia solar está no mesmo patamar da eólica, de acordo com a Agência Nacional de Energia
“A energia solar já é o presente”, afirma Rafael Castro, especialista em energia solar. Os dados comprovam isso, uma vez que, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, mais de 70% da energia prevista para entrar em operação nos próximos anos virá de placas solares. Somente em 2023 a projeção é de crescer 40% o consumo de energia elétrica proveniente do sol, ou seja, serão 34 Gigawatts, superando duas vezes a segunda maior hidrelétrica do mundo, Itaipu Binacional.
Esses dados mostram que, se projetado até 2030, o Brasil pode se tornar uma das primeiras nações a ter uma matriz elétrica 100% sustentável e limpa. Rafael Castro explica que essa popularização se deu por conta da economia no bolso.
A energia solar proporciona uma redução significativa, que pode chegar a 90%. Já o retorno sobre o investimento pode acontecer em três ou quatro anos, afirma Rafael Castro, especialista em energia solar.
“Além disso, não existe quebra-quebra, porque não há obra. Para o processo, um engenheiro vai até o local averiguar em que posição ficaria melhor as placas solares, depois, fazemos a instalação na parte que tem sol a maior parte do tempo, na maioria das vezes o telhado é o escolhido. É rápido e fácil de concluir”, finaliza.
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